Por Redação em 18/06/2020

Micromovimentos sociais indicam uma perspectiva – ainda que baseada em teorias ou expectativas – de como será o consumidor do futuro quando o assunto é: o consumo por meio de fontes de energias renováveis e não renováveis.

O setor elétrico segue em expansão, especialmente no que diz respeito às fontes limpas e renováveis, com previsão de novos sistemas, novas oportunidades e escolhas. Visões guiadas por novos modelos de negócios e por um mundo cada vez mais sustentável.

O Brazil Energy Frontiers, em 2019, antecipou o cenário brasileiro neste contexto. A respectiva edição, a qual a ENGIE foi patrocinadora, contou com a presença de diversas autoridades, consultores, executivos e acadêmicos que apresentaram estudos recentes sobre possíveis transformações no setor elétrico, trazendo com propriedade os rumores sobre este novo horizonte que leva ao crescimento das fontes renováveis.

Liberdade é uma das palavras-chave do consumidor do futuro

O Instituto Acende Brasil – Centro de Estudos voltado ao desenvolvimento de ações e projetos para aumentar o grau de Transparência e Sustentabilidade do Setor Elétrico Brasileiro – compartilhou um estudo interessante a respeito do evento, o qual aponta uma inversão na matriz elétrica mundial ao citar que as fontes renováveis se tornarão predominantes até 2050, sendo que solar e eólica responderão por 50% e as fósseis por 31%. Neste documento, também há um questionamento pertinente: como será a transição energética no Brasil, um país que já tem a sua matriz predominantemente renovável?

De acordo com a publicação, nos últimos cinco anos a matriz elétrica brasileira apresentou uma redução na participação de hidrelétricas, com aumento significativo em fontes como biomassa, eólica e termelétricas a gás. Também aponta um crescimento exponecial da geração distribuída – isto é, a fonte de energia elétrica conectada à rede de distribuição. A tendência é crescer ainda mais, visto que nos últimos 10 anos o custo de painéis solares caiu 74% no mundo e 50% no Brasil, com um aumento de eficiência em 30% no mesmo período, segundo o estudo. Espera-se até 2040 uma ampliação em 3,9 GW da capacidade de geração distribuída, dos quais 800 MW será via fonte solar fotovoltaica, conforme dados da Agência Internacional de Energia.

Palestrantes principais e estudiosos de áreas relacionadas, tanto  no âmbito internacional quanto nacional, apontam a liberdade como palavra-chave para o entendimento de mudanças futuras no setor elétrico, as quais estão relacionadas ao perfil desse novo consumidor. Para Richard Lee Hochstetler, Diretor de Assuntos Econômicos e Regulatórios do Instituto Acende Brasil, o consumidor do futuro viverá em um novo ambiente, com liberdade de escolha, novas tecnologias que facilitam maior resposta do lado da demanda, e novos prestadores de serviços que poderão auxiliá-lo na gestão do seu consumo de energia.

Mercado Livre de Energia: o consumidor no controle

Este consumidor moderno preza pela sua decisão, mas também almeja alcançar uma expressiva economia de energia, seja na sua empresa de grande porte, no seu pequeno comércio ou na própria residência. Um posicionamento cada vez mais consciente e favorável às fontes sustentáveis para a geração de energia. No entanto, como atender a liberdade de escolha?

Para Hochstetler, uma conjunção de fatores obrigará as distribuidoras a partir para sua própria reinvenção. Destacam-se: a abertura do mercado livre; a proliferação de Recursos Energéticos Distribuídos (REDs); a chegada dos comercializadores varejistas; entre outros. Richard também aponta algumas mudanças que podem ser feitas no setor: a introdução de novas modalidades tarifárias (multipartes, horária e locacional); maior granularidade de preços; sistema de garantias para lidar com inadiplência; resolução de pendências jurídicas e liquidação mais frequente; redução de tributos, encargos, subsídios e descontos tarifários; regulação de perdas não técnicas; criação do fornecedor de última instância, que atenderá ao consumidor que não opta por um comercializador; e soluções robustas jurídica e econonomicamente para os contratos legados.

No Mercado Livre de Energia o consumidor já tem a possibilidade de escolher fornecedores e fontes de energia, a fim de suprir a demanda por fontes limpas e renováveis através da contratação direta com uma empresa comercializadora e geradora de energia elétrica. A ENGIE é a maior comercializadora do país tendo, dentre outras ofertas, a comercialização varejista (quando uma empresa representa outra junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE), facilitando o acesso do consumidor do futuro ao Mercado Livre de Energia.

Nesta modalidade, o consumidor livre já usufrui de uma maior flexibilidade no preço da energia, podendo obter uma previsibilidade de custos, o que impacta em toda a sua gestão financeira. Ao optar pelo Mercado Livre de Energia, o consumidor ainda pode obter contratos de energia renovável com garantia de origem, isto é, a geração de energia a partir das usinas eólicas e hidrelétricas da ENGIE. Além da contribuição da sua empresa com o meio ambiente, amplia seus benefícios a longo prazo em diversas camadas – social, ambiental e financeira.

A ENGIE, em seu papel de Geradora e Comercializadora de Energia, dispõe de uma “prateleira” de soluções de descarbonização para empresas. Isto é, alternativas que zeram, compensam ou neutralizam emissões de gases do efeito estufa. Uma significativa contribuição para o planeta que está completamente relacionada ao poder de escolha do atual e/ou do futuro consumidor quando o assunto é demanda de energia livre.

Como gerar, economizar e evitar impactos no futuro?

Uma pergunta que deveria estar sendo feita em todos os setores atualmente. Aqueles que já possuem esse comprometimento, ou que estão caminhando para, certamente estarão cercados de vantagens no futuro, além de fortalecer o apelo contínuo por processos e comportamentos mais sustentáveis para as próximas gerações.

É importante compreender que tais soluções não estão relacionadas somente no que diz respeito aos investimentos da sua empresa, mas também a participação dela na construção do futuro. É responsabilidade da ENGIE ressaltar a importância de uma atitude que visa um mundo mais consciente.

A tecnologia, através das fontes renováveis, é nossa aliada. Mas para que ela traga efeitos positivos, precisamos fazer boas escolhas. A solução de créditos de carbono, outro exemplo, pode ajudar a sua empresa a compensar até 100% das emissões poluentes.  Assim como os certificados I-RECs que comprovam que a eletricidade consumida pela sua empresa é proveniente de fonte de energia renovável.

É nítido que a responsabilidade socioambiental se coloca como um elemento de competitividade nas empresas, desenvolvendo um valor em escala global. Agora, se a sua empresa tem pressa e também busca alternativas de fontes renováveis, conte com nossas soluções e especialistas.

A ENGIE está ao seu lado nesta constante evolução em busca de uma consciência ambiental ainda mais coletiva. Entenda como as nossas iniciativas proporcionam benefícios imediatos para sua empresa. Conheça nossas soluções para descarbonizar a sua empresa e as próximas gerações.